Pular navegação e ir direto para o conteúdo

Fale com a Redação

Dom , 23/09/2012 às 11:55

Sócio da Vale na África quer processar BTG e Agnelli

Agência Estado

Você:


Seu Amigo:


Para enviar para outro(s) amigo(s), separe os e-mails com ","(vírgula).

Ex.: nome@exemplo.com.br, nome@exemplo.com.br

Máximo 200 caracteres


(*) Todos os campos são obrigatórios

Reportar Erro:

Para reportar erros nos textos das matérias publicadas pelo A TARDE preencha os dados abaixo e clique em Enviar

Máximo 200 caracteres

(*) Todos os campos são obrigatórios

-A A+

O grupo israelense BSG Resources, sócio da Vale na África, procura advogados no Brasil para processar o banqueiro André Esteves, do BTG Pactual, e o empresário Roger Agnelli, ex-presidente da mineradora. O motivo é uma negociação em curso para que o banco e Agnelli passem a assessorar o governo da Guiné, na costa oeste da África, sobre o destino da mina de Simandou, a maior reserva inexplorada de minério de ferro do mundo.

Embora formalmente a negociação gire em torno de assessoria financeira e estratégica, os israelenses temem que o acordo seja abrangente o suficiente para que BTG e Agnelli tenham influência sobre todas as operações em Simandou - incluindo os direitos de exploração da VBG, joint venture entre BSG e Vale, na região. O minério em Simandou, estimado em 5,5 bilhões de toneladas métricas, não fica longe em tamanho do complexo da Vale em Carajás, no Pará, com 7,4 bilhões de toneladas.

O presidente do BSG, Asher Avidan, está no Brasil desde quarta-feira e deve ir embora neta segunda-feira. Ele disse que já conversou com quatro grandes escritórios de advocacia e que pretende convencer a Vale a ser coautora na ação junto com ele. "O BTG e Agnelli chegaram pela porta de trás. Estão negociando com Alpha Mohamed Condé, filho do presidente da Guiné (Alpha Condé)."

O possível processo promete esquentar ainda mais a disputa pelas riquezas localizadas em um dos países mais pobres do mundo, com mais de 60% de analfabetismo e renda per capita equivalente a um décimo da brasileira.

Profissionais ligados ao BTG e a Agnelli afirmam que o BSG estaria equivocado, porque a proposta de consultoria se refere a uma área de Simandou pertencente à mineradora australiana Rio Tinto. "A proposta (do BTG) no início de julho falava sobre tudo em Simandou, e não apenas do lado da Rio Tinto", diz Avidan. "Senão, não haveria motivo para comprar essa briga." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

comentários(0)
  • comentar

    Esqueceu sua senha?

    Digite aqui seu e-mail

    Esqueceu seu login e/ou senha?

AVISO: O conteúdo de cada comentário é de única e exclusiva responsabilidade do autor da mensagem.

outras notícias

19/04/2014 às 13:54

Guiné revogará direitos de mineração da Vale

O governo da Guiné informou que planeja revogar os...

18/04/2014 às 09:47

Guiné aprova retirada de licenças da Vale e BSGR

O governo da Guiné aprovou as conclusões de uma comissão...

18/04/2014 às 09:47

Guiné aprova retirada de licenças da Vale e BSGR

O governo da Guiné aprovou as conclusões de uma comissão...

02/02/2014 às 12:02

Seguradora do BTG Pactual mira mercado de previdência

Menos de um ano da estreia do BTG Pactual no mercado de...

< >

Imprimir

imagem

Antes de imprimir lembre-se da sua responsabilidade e comprometimento com o meio ambiente.

Se preferir, envie por e-mail ou gere um arquivo em .pdf

Deseja realmente imprimir? nãosim

Botão Fechar
Copyright © 1997 - Grupo A TARDE.Todos os direitos reservados.
Rua Prof. Milton Cayres de Brito n° 204 - Caminho das Árvores - Salvador/BA. CEP: 41.820 - 570 Tel.: ( 71 ) 3340 - 8500 | Redação: ( 71 ) 3340 - 8800
últimas notícias