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Dom, 19/08/2012 às 22:42

"Virais" atraem pouco os eleitores de Salvador

Lucas Leal

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  • Cau Gomez l Editoria de Arte

    Vídeos registram baixa audiência entre internautas da capital

A pouco menos de dois meses das eleições municipais de Salvador, a internet continua a apresentar poucos resultados como ferramenta para a promoção dos candidatos ao cargo de prefeito da capital. Até mesmo a produção de vídeos de ataque com pitada de humor contra os prefeituráveis no Youtube não tem boa audiência, mesmo diante de um eleitorado de cerca de 1,9 milhão.

Feitos com a intenção de se tornarem virais -  que se espalham rapidamente para um público muito amplo -,  eles não têm despertado a atenção do eleitor soteropolitano. Somados, vídeos como "Mário Kertész abre o coração em um bate-papo sincero com o taxista", "Game Jingle de Pelegrino" ou "Jingle de ACM Neto: programa eleitoral - eleições 2012 - Salvador" chegam apenas a cerca de três mil visualizações.

Na campanha da presidente Dilma Rousseff em 2010, os chamados virais funcionaram como aliados e vilões. Recentemente, eles representaram problemas para o candidato à Prefeitura de São Paulo Fernando Haddad (PT), que levou ao ar, em seu site, um vídeo que ligava José Serra (PSDB) a Hitler (veja matéria ao lado).  Em Salvador, no entanto, os vídeos  não estão conseguindo atrair a população, constatam os especialistas.

Segundo Wilson Gomes, doutor em filosofia, professor e pesquisador na área de comunicação e política, o desinteresse dos internautas pode ser justificado pela falta de elementos inusitados. "A campanha não parece ter começado, e os vídeos não têm nada de muito surpreendente ou inusitado", avalia Gomes.

Já para Lucas Reis, mestre em marketing político e sócio da Agência Salve! Digital, o pouco  sucesso dos vídeos na rede deve-se ao descontentamento geral da população e falta de esperança na política. "Ninguém conseguiu ser destaque na campanha. Talvez o engajamento possa vir a partir daí".

Vídeos virais são definidos como aqueles que adquirem um alto poder de circulação na web em pouco tempo. Utilizados em campanhas políticas, podem dar continuação a informações oferecidas pela televisão, trazer novos argumentos, acompanhar a agenda, oferecer respostas e ainda fazer gestão de crise de imagem, revela Gomes. "Uma campanha pode ganhar muito com o chamado Youtube Politics", destaca. Entretanto, é difícil emplacar um viral de sucesso, alerta Reis. "Boa parte do viral é sorte", afirma.

Barack Obama - Em 2008, a campanha presidencial de Barack Obama foi marcada por alguns virais de destaque, como o vídeo "Yes We Can", com mais de 20 milhões de visualizações.

Na busca pela reeleição, o candidato parece que vai repetir o sucesso. O  viral "Obama Boy", postado no início de junho, já ultrapassou a marca de 300 mil exibições.

>>Leia reportagem completa na edição impressa do Jornal A Tarde desta segunda-feira, 20, ou, se você é assinante, acesse aqui a versão digital.

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