Pular navegação e ir direto para o conteúdo

Fale com a Redação

Dom , 21/12/2008 às 08:22

Classe A diminui lista e valor de presentes neste Natal

Agencia Estado

Você:


Seu Amigo:


Para enviar para outro(s) amigo(s), separe os e-mails com ","(vírgula).

Ex.: nome@exemplo.com.br, nome@exemplo.com.br

Máximo 200 caracteres


(*) Todos os campos são obrigatórios

Reportar Erro:

Para reportar erros nos textos das matérias publicadas pelo A TARDE preencha os dados abaixo e clique em Enviar

Máximo 200 caracteres

(*) Todos os campos são obrigatórios

-A A+
A inauguração de uma loja das grandes grifes internacionais é motivo de euforia entre os brasileiros da classe A. As festas são abastecidas de espumante e canapés e a clientela costuma se esbaldar e sair carregada de sacolas. Mas o clima foi outro na abertura da Chanel no Shopping Cidade Jardim, um dos endereços do luxo de São Paulo. O que se via na noite da segunda-feira era muita gente e poucas compras. Sinal de alerta na alta renda.

A aversão ao endividamento nesses dias de crise econômica global, mesmo diante de modelos Chanel, é fácil de entender. Os preços das bolsas variam de R$ 4.680 a R$ 13.460 (um modelo com pêlo de pônei). O broche de tecido em formato de camélia é vendido por R$ 680.

Alessandra Campiglia foi à Daslu do Cidade Jardim para a inauguração da nova loja. Vestida de Chanel da cabeça aos pés, ela confirma o clima de apreensão. ?A crise afetou todo mundo. As perdas na Bolsa foram grandes. Antes eu comprava presentes para todo mundo. Neste Natal vou cortar em 20% a minha lista?, conta. O gasto médio com as lembrancinhas para manicures, seguranças e amigas varia de R$ 100 a R$ 300 e Alessandra pretende reduzir os valores.

O Natal da classe A não deixará de ter um bom espumante importado, nozes e avelãs. Mas o mesmo não se pode dizer de outras despesas de fim de ano. Quem faz parte do topo da pirâmide sentiu primeiro o golpe da crise global. São pessoas como Alessandra que perderam dinheiro no mercado de capitais, viram o valor de suas empresas minguar e, diante da incerteza quanto ao próximo ano, começaram a cortar gastos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
comentários(0)
  • comentar

    Esqueceu sua senha?

    Digite aqui seu e-mail

    Esqueceu seu login e/ou senha?

AVISO: O conteúdo de cada comentário é de única e exclusiva responsabilidade do autor da mensagem.

outras notícias

24/04/2014 às 13:28

Espanha: BC estima que PIB cresceu 0,4% no 1º tri

A economia da Espanha ganhou ritmo durante o primeiro...

24/04/2014 às 12:06

Serasa registra uma tentativa de golpe a cada 17 segundos

Em março, a cada 17 segundos, houve uma tentativa de...

24/04/2014 às 10:40

Confiança da indústria apresenta crescimento em abril

24/04/2014 às 00:35

Maduro pede apoio do setor privado na Venezuela

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pediu o apoio...

< >

Imprimir

imagem

Antes de imprimir lembre-se da sua responsabilidade e comprometimento com o meio ambiente.

Se preferir, envie por e-mail ou gere um arquivo em .pdf

Deseja realmente imprimir? nãosim

Botão Fechar
Copyright © 1997 - Grupo A TARDE.Todos os direitos reservados.
Rua Prof. Milton Cayres de Brito n° 204 - Caminho das Árvores - Salvador/BA. CEP: 41.820 - 570 Tel.: ( 71 ) 3340 - 8500 | Redação: ( 71 ) 3340 - 8800
últimas notícias