Ter , 12/06/2012 às 09:10 | Atualizado em: 12/06/2012 às 09:10
Paula Pitta
Os médicos federais paralisam as atividades nesta terça-feira (12). Na Bahia, o movimento atinge a Maternidade Climério de Oliveira, o Hospital das Clínicas e os profissionais que trabalham na Polícia Federal (PF), na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (Ifet).
Durante a paralisação, são mantidos o atendimento de emergência, como partos na maternidad,e e os essenciais, como tratamento da radioterapia e hemodiálise no Hospital das Clínicas.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Médicos da Bahia (Sindimed), Francisco Magalhães, a categoria tenta pressionar o governo e o Congresso Nacional a derrubarem a medida provisória 568/2012.
"Essa medida estabelece reajuste para professores e outros profissionais da área federal, mas reduz o salário em 50% de quem trabalha com carga horária de 20 horas, como médicos, veterinários e odontólogos", diz o sindicalista.
Segundo Francisco, além de congelar e reduzir o salário, a medida provisória muda a forma de pagamento do percentual de insalubridade, estabelecendo um valor fixo ao invés de percentuais.
Estado - Os médicos estaduais se reúnem nesta terça com representantes da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab). A categoria, que parou as atividades nos dias 5 e 6 de junho, reivindica reajuste salarial para os plantões de 24 e 12 horas e incorporação da gratificação de incentivo ao desempenho ao salário. Eles também pedem o Plano de Cargos e Salários (PCS), que, de acordo com Francisco, já foi aceito pelo governo.
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