Da Redação Ter , 10/04/2018 às 10:18 | Atualizado em: 10/04/2018 às 15:42

Bullying na escola: como esse problema pode afetar a vida de uma criança?



Até quando um apelido é apenas uma brincadeira? É preciso prestar muita atenção nisso, porque o bullying pode ocorrer em qualquer contexto social, como escolas, universidades e até no local de trabalho e o que parece um apelido inofensivo pode afetar emocionalmente e fisicamente o alvo da ofensa.

O bullying é um ato caracterizado pela violência física ou psicológica, de forma intencional e continuada, de um indivíduo, ou grupo contra outra pessoa ou grupo, sem motivo claro. Segundo uma pesquisa do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), no Brasil, aproximadamente, um em cada dez estudantes é vítima frequente de bullying nas escolas.

As formas de agressão entre alunos são as mais diversas, como empurrões, pontapés, insultos e circulação de histórias e mentiras que causam constrangimento. O bullying na escola atrapalha inclusiva a aprendizagem, sendo que, normalmente, os agressores são as crianças com maior porcentagem de reprovação.

Outra pesquisa realizada pela ONU (2016), mostrou que metade das crianças e jovens do mundo já sofreram bullying em algum momento da vida. No Brasil, esse percentual é de 43%. Tanto as vítimas, quanto os agressores podem sofrer consequências psicológicas desses abusos, mas o que normalmente acontece é que toda atenção dos pais e professores se voltam para o agressor enquanto a vítima é esquecida.

Como combater?

É preciso ter cautela e sensibilidade na hora de julgar comportamentos anormais. Se seu filho é sempre muito calmo e passa a ser ansioso, fique atento. Caso ele passe a colocar empecilhos na hora de ir à escola, pode ser um sinal de bullying escolar.

Ao primeiro sinal, converse abertamente e seja companheiro. Depois, alerte a escola e exija que providências sejam tomadas para evitar que situações como esta se repitam. Procure participar ativamente da proposta pedagógica do local onde seu filho estuda e participe sempre das reuniões de pais e mestres.

Um conversa com o próprio agressor também é essencial para que a pratica do bullying não continue ocorrendo. “Toda vez que um caso desse ocorre na nossa instituição, a gente procura conversar com o aluno e pede para que ele faça uma reflexão e se coloque no lugar do colega. Com essa conversa a gente já percebe uma grande mudança”, explica a Elma Costa, coordenadora pedagógica do Colégio Vitória, parceira do Educa Mais Brasil.

Além da conversa, a escola também trabalha a matéria de ética e com projetos de não a violência. “O projeto acontece uma vez ao ano e já envolve o bullying. A família também é convidada a participar já que ela também tem um papel fundamental nisso. Não adianta a gente ajudar o aluno na escola e a família não incentivar a criança a ser uma pessoa melhor”, finaliza a coordenadora.

O Colégio Vitória realiza uma série de projetos que incentivam o amor ao próximo como forma de evitar o bullying dentro da escola. Mas o Educa Mais Brasil possui outras instituições parceiras que também possuem a mesma preocupação. Se você quer matricular seu filho em uma escola em que você se sinta seguro em relação aos problemas que envolvem o bullying e ainda pagar mais barato por isso, entre no site do Educa Mais e procure conheça as instituições de ensino parceiras. Tem uma perto de você!

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